Atualmente trabalho em casa. Acordo pelas 5:00 da manhã e vou até às 11:00. No final da tarde retomo e faço mais algumas coisas. Já trabalhei em ambientes de diversos tipos.
Quando vi o cara mexendo no tonner da máquina lembrei-me de quando trabalhei no RH do Ministério da Saúde. Depois de terminar a tinta o Nicholas, para imprimir uma folha, tirava o compartimento do tonner e sacudia. Isso por uns três meses para “render”.
Outra pessoa que me lembrei foi o Carlinhos dos Correios. O Carlinhos era um cara muito estressado. Concentrava muito serviço em si mesmo. Daquele tipo de pessoa que nunca pega um atestado. Ele só tira férias no carnaval, acredita?
Eles são o tipo de pessoa que a qualquer momento poderiam ter um ataque desses, e todos do escritório perdoariam. São pessoas que levam o grupo nas costas.
É um comportamento engraçado eu falo muito sobre isso nos cursos. As empresas desejam os multi-funcionais, mas quem se sujeita a ser multi-funcional deve entender que isso possui um preço para a saúde.
Antes de um gestor procurar por pessoas multi-funcionais, deve se empenhar em criar um ambiente de trabalho equilibrado. No qual toda a equipe saiba desempenhar muito bem sua função, que pode ser eventualmente multi-funcional, porque não? Agora, no momento em que uma organização depende de um herói, aí a produção deixa de ser racional, e passa a depender de fatores imprevisíveis, como esses que nós percebemos no vídeo:
A dica veio do meu feed por Sedentário e Hiperativo.



