Esse vídeo enviado por uma amiga a algum tempo é um exemplo de superação. Existem pessoas deprimidas que reclamam de tudo o que ocorre em sua vida. Sempre que efetuar uma tarefa em seu trabalho ou em sua rotina diária lembre-se desse exemplo.
Esse vídeo enviado por uma amiga a algum tempo é um exemplo de superação. Existem pessoas deprimidas que reclamam de tudo o que ocorre em sua vida. Sempre que efetuar uma tarefa em seu trabalho ou em sua rotina diária lembre-se desse exemplo.
Olá pessoal, sempre aparecem convites para o Google wave por aqui.
Quero compartilhar com pessoas com interesse em aprender inglês, então é só você fazer um comentário (de preferência em inglês) logo abaixo explicando por que você estuda inglês e de que maneira está praticando.
Aos melhores comentários serão enviados os convites além de adicioná-lo em umas ondas bacanas do aprendizado do idioma.
Abraços!!!
Update em 28/11/2009 às 17:30
convites enviados para:
Osvaldo
William Maciel
Dávisson Húdson
Márcio Osório
Wellington
Daniela
Lilian
Luis Henrique
Update em 08/12 às 10:20
Gabriel
Vanil Martins
Juliana

Elaborar um WebSite requer organização e gestão de recursos. Antes de estabelecer um preço faça o planejamento a médio e longo prazo do seu projeto.
Uma das postagens mais acessadas no HajaLuz é sobre como elaborar um projeto. Foi daí que surgiu a idéia de especificar mais o assunto e falar sobre o projeto de um website. Segue uma lista baseada nesse texto do site Woobzine, que eu recomendo uma leitura constante.
Você pode relacionar os ítens abaixo com a minha postagem sobre projetos. O resultado será um site muito bem organizado.
Se a demanda do cliente for por uma mudança constante ou se ele possui a necessidade de gerenciar email’s da empresa mas não possui um profissional para isso. Faça um contrato com um valor mensal e esteja a disposição para realizar as alterações e orientações necessárias, pode ser o início da prestação de serviços como assessor ou consultor web.
Um forte abraço e sucesso!!!

Dentro dessa visão eu diria que sou 20% Nerd, 40% Geek e 40% Hacker. Não deixa de ser uma boa mistura, qual é a sua?
Muitas pessoas misturam os termos ou tem definições muito particulares sobre eles. Um nerd brasileiro pode ser muito diferente de um nerd em outros países. Sobre o geek a Wikipédia o coloca como um sub grupo dos nerds. Não sei por quê pois geek e nerd são pessoas com um universo cultural bem diferente em minha humilde opinião.
Uma vez fui chamado de nerd por que levei um tabuleiro de xadrez para uma sala de aula. Se for assim, os russos que aprendem o jogo na pré-escola são o quê?
O uso excessivo e recente de computadores pode ter gerado esses esteriótipos. As pessoas têm necessidade de classificar os excêntricos que passam grande parte do seu dia em frente a uma tela. Mas ao utilizar um desses termos deve-se ter cuidado, já que o seu uso precede em muito a difusão dos computadores pessoais (vide links logo abaixo).
Apesar de usar muito o computador, não consigo me encaixar em um desses rótulos, talvez se tivesse mais grana seria um tremendo geek. Ou mais paixão por códigos um hacker. Ou quem sabe um fanático por HQ’s aí viraria nerd.
Quem sabe uma porcentagem que reúna um pouco de cada um resulte em uma opinião mais equilibrada?
O computador agrega informações de uma forma incrível. O que há de particular sobre a revolução digital é que antes não haviam máquinas com tamanha capacidade para processar e armazenar informações de uma maneira tão acessível. Logo seja geek, nerd ou hacker o computador é o instrumento pelo qual ocorre o compartilhamento de informações relacionadas ao seu gosto preferido.
Tenho uma opinião bem prática sobre os termos:
N e r d : É a pessoa fanática por histórias fantásticas; super heróis; gostam de jogos de representação (role – playing) entre outras atividades que o coloquem em um universo paralelo e com poderes sobre-humanos.
G e e k : Utilizador compulsivo de novidades tecnológicas; gosta de estar atualizado com os produtos eletrônicos mais avançados; possui uma preocupação maior com o mundo real do que os nerds, mas não está interessado em se aprofundar tanto no mecanismo de um produto como o hacker.
H a c k e r : A cada dia está mais relacionado ao código de programas, inicialmente quando os computadores eram configurados mais com o hardware, o hacker era quem montava e desmontava peças e combinava para gerar máquinas mais potentes. Com a era open-source, as Apps (aplicativos derivados de um software) e com os frameworks (pedaços de códigos prontos) e a possibilidade de personalizar aplicativos, os hackers se popularizaram e chegou a ser comum encontrar pesoas que são reconhecidas como hacker, mesmo sem conhecimento profundo de programação.
A mídia televisiva teima em chamar ladrões virtuais de hacker. No meio tecnológico os cibercriminosos são chamados de cracker’s. Pior é quem chama um desktop de CPU, mas essa é outra história…
Dentro dessa visão eu diria que sou 20% Nerd, 40% Geek e 40% Hacker. Não deixa de ser uma boa mistura, qual é a sua?
Links:
Wikipédia: Geek | Hacker | Nerd | Cracker
Uma das práticas mais condenadas na democracia brasileira é o voto de cabresto.
Para quem ainda não viu é simples: Um político age com ameaças para que uma pessoa vote nele. Mesmo que o voto seja sigiloso. Acredite! Muitas pessoas trocam o número do seu título por um favor de um político e temem que ao votar ele descubra uma suposta traição.
Também existe o socialista de cabresto. Você acha ele facilmente nas universidades públicas. São jovens de classe média que encontram nessa afirmação um certo desafio contra os pais que ganham a vida com a exploração de mão de obra barata. A ironia é que geralmente quem limpou suas sujeiras na meninice não poucas vezes foi uma empregada explorada…
Hoje o Bom dia Brasil trouxe um comentário sobre a deficiência dos nossos professores. Os jornalistas creditaram o mau desempenho dos mestres justamente ao ensino das teorias socialistas. Fizeram-no de uma forma velada. Comentaram sobre o ensino de “doutrinas ultrapassadas”…
Não é o ensino do socialismo que gera a mediocridade que conhecemos nas escolas. Dificilmente conheci algum socialista engajado com mais de 30 anos que não fosse sindicalista. Trabalhei alguns anos na docência e posso afirmar categoricamente: o menos importante para um professor é algum discurso de uma Internacional Comunista.
O ensino da doutrina socialista preenche um vazio cultural que não vale a pena ser substituído com outra doutrina mais pragmática (como os jornalistas da globo desejam). Por que não temos um projeto de educação nacional a partir de um amplo debate? Por que a influência estrangeira torna-se um padrão seguido tão cegamente?
Eu tenho acompanhado muito o que ocorre no modo de produção americano e ao contrário do que as pessoas afirmam naquele país não ocorre um liberalismo sem restrições. O liberalismo é aplicado dentro de uma rede de proteção social gigantesca. E, meio de orelhada, acredito que um dos pontos chave do êxito econômico americano é assimilar o que há de bom em qualquer ideologia, mesmo as mais odiadas.
Outro exemplo bacana é o Japão que reinventou o modo de produção ocidental, sem perder sua identidade.
Somos um povo condenado a reprodução integral de modelos estrangeiros ou podemos construir o nosso a partir de outros? A crítica dos jornalistas globais partem de uma constatação verdadeira, porém, da crítica não surgiu uma sugestão ou alguma dica para a solução do problema.
Até porque se os filhos da classe média e alta estudam em escolas particulares e gozam da estrutura ideológica que eles acreditam, por que essa preocupação com o ensino alheio? Isso não é até uma vantagem competitiva do ponto de vista liberal?
Esse foi uma dúvida que me ocorreu hoje no dia dos professores.
A esses profissionais que eu admiro, e algumas vezes até imito, deixo um forte abraço de agradecimento pela paciência que sempre tiveram com esse aluno rebelde…
Na postagem anterior manifestamos nossa esperança em ver a blogueira no Brasil, porém, o governo revolucionário de Cuba mais uma vez não permitiu sua saída da ilha.
A corajosa Yoani desabafa via twitter que gostaria de viver em um país em que ela pudesse manter suas próprias opiniões sem impedimento:
Tengo la ilusión de habitar un país donde nadie sea impedido de moverse por pensar de una u otra manera.
O Blog para promover o livro De Cuba, com carinho também destaca algumas mensagens que confirmam o clima de frustração causado pela mais nova trapalhada socialista.
É triste o fim que uma revolução tão ousada levou. Um país que já possui tantos simpatizantes pela sua bem sucedida política social, tenta impedir o olhar crítico de uma cidadã, em plena era digital.
Se Yoani for uma ameaça ao socialismo cubano isso é uma prova que o sistema acabou e que é necessário novas pessoas à frente política do país. A questão não é tanto de ideologia política, é uma questão de pessoas no governo preparadas para lidar com a era digital. Devaneios que a colocam como inimiga do Estado não são argumentos esperados de pessoas lúcidas e coerentes.
Devemos nos preocupar com as propostas em relação a comunicação em geral nas organizações, pois uma liderança que ignora a era digital não está preparada para assumir nenhuma responsabilidade. Seja ela política ou corporativa.
À Yoani desejo a realização do seu sonho. Como ela colocou eu também espero que nossos netos não vivam em um mundo que alguém se ache no direito de dizer ao outro o que pensar.

Yoani simboliza a liberdade de expressão através dos blogs
Imagine postar seus textos sem poder vê-los publicados em seu blog. É assim que Yoani Sanchez autora do Generación Y trabalha em Cuba. Curiosamente seu conteúdo não aborda temas polêmicos ou sequer políticos, ela fala do cotidiano da ilha, mesmo assim seu endereço é bloqueado para os cubanos.
Yoani acumula uma série de prêmios. Entre outras nomeações figurou como uma das 100 pessoas mais influentes na categoria Heróis e Ícones da Times e venceu o The BOBs 2008.
A história da sua trajetória como porta voz da liberdade de expressão no solo cubano é contata em publicações. Já ouve uma em Italiano e agora teremos a oportunidade de conhecê-la em português (DE CUBA, COM CARINHO) pela Editora Contexto. O lançamento deste livro gera uma expectativa enorme, já que a saída de Cuba tem sido dificultada pelo governo; veja nessa postagem.
Ouvi algumas entrevistas e achei muito interessante essa em que Sánchez revela que uma hora de internet em Cuba equivale à cerca de 30% do salário mínimo local. Também há outra entrevista interessante na CBN que vale a pena ouvir.
O blog da editora para promover o livro gera um timeline dessa tentativa para traze-la ao Brasil, tomara que dê certo.
obs.: caso alguém da editora queira uma resenha gratuita do livro entre em contato por favor.

Nós, profissionais de internet, podemos contribuir para a mudança das nossas políticas públicas com relação ao acesso a internet. Uma boa prática começa com a organização da própria classe que é extremamente desunida.
Há uma postagem no blog do Ezequiel na qual ele cita um texto muito verdadeiro sobre a situação da banda larga brasileira. O artigo Internet a Lenha foi publicado no O globo de 4/7/2009 e republicado nesse link no Observatório da Imprensa.
O que ocorre com o consumo de internet vale uma reflexão pois esse mesmo modelo de negócio é aplicado em grande parte das nossas aquisições de tecnologia estrangeira.
Falamos muito do quanto os índios e os africanos foram enganados pelos europeus, mas não estamos muito longe disso no uso atual de tecnologia.
O pior é que hoje exportamos matéria prima e semi-fabricada, para logo em seguida importar esse mesmo material transformado com um circuito processado a preços caríssimos. É evidente que esse desequilíbrio se deve ao nosso atraso no que se refere aos investimentos de pesquisa em inovação. Há demérito nas empresas estrangeiras por lucrar em nosso país? Antes de lançar mão do discurso xenófobo devemos fazer o dever de casa.
E a nossa eterna fuga de cérebros? O twitter por exemplo tem um profissional brasileiro na sua área de design só para citar um entre milhares de exemplos. Vamos ser contra quem trabalha no exterior? A discrepância de remuneração e condições de trabalho são evidentes.
Apesar da falta de investimento nas universidades públicas, muitas inovações tecnológicas e muitos bons profissionais saem de lá. Esse é sim é o verdadeiro milagre brasileiro.
Falta apoio no uso e massificação da nossa tecnologia. Muitas inovações são realizadas em nossos campos de pesquisa, contudo, por falta de visão empreendedora do corpo acadêmico, essas inovações são perdidas. Existe um abismo entre o desenvolvimento e o uso de tecnologia em nosso país.
A falsa banda larga brasileira é uma demonstração da nossa incapacidade de virar o jogo contra a dominação tecnológica. Não sabemos nos organizar como consumidores, não temos o hábito de exigir nem nas questões essenciais como saúde e educação quem dirá nas questões de consumo. E o pior, quando alguém reclama sobre bens de consumo logo vem aquele discurso sobre o privilégio de uma classe em detrimento de outra.
Vivemos em uma crise de liderança. O senso de oportunismo no meio acadêmico está restrito ao ganho político e o lado econômico das pesquisas fica para trás. Além disso, não há interesse dos políticos em utilizar a tecnologia como instrumento de inclusão social.
Muito pelo contrário, os projetos de inclusão digital confundem o uso de tecnologia com o uso das ferramentas tecnológicas. Operar uma máquina não significa ser capaz de transformar um contexto social. Como uma lan-house pública vai tornar-se algum instrumento de mudança social? Chega a ser cômico comparar essa iniciativa com um projeto de educação pública efetiva. As pessoas deveriam ter mais senso crítico.
Nós, profissionais de internet, podemos contribuir para a mudança das nossas políticas públicas com relação ao acesso a internet. Uma bom começo é a organização da classe extremamente desunida. O registro de associações tanto em nível regional como nacional seria extremamente saudável. Uma organização jurídica teria poder de pressionar órgãos do governo e fazer parcerias com universidades.
Se você já participa de alguma sinta-se a vontade para divulgar suas atividades em nossos comentários. Da minha parte posso oferecer algumas horas para iniciativas presenciais aqui em Vitória-ES, ou até mesmo colaborar on-line com outras de espectro mais abrangente. É só contatar.

Após alguns meses surgiu uma suspeita. Aquela cidade não era tão especial para se gastar tanto tempo e dinheiro. Alguém foi além e disse que aquela cidade nem tão esférica e bonita era.
Houve um tempo em uma cidade não muito distante em que alguns empreendedores perceberam um potencial incrível para fazer dinheiro. Essa cidade era diferente de todas as outras do mundo. Por quê? segundo o consultor de marketing Iaba Quib, ela continha uma nuvem esférica comunicacional nunca antes vista em outro lugar do planeta.
Então elegeram os mais bonitos, escolheram os mais eloquentes, os mais ricos, os melhores conselheiros, os mais engraçados, todos para formar um grupo que demonstraria esse poder ao mundo. Na verdade eles nem sabiam explicar esse poder, só sabiam que ele funcionava, e como. Logo surgiram grandes corporações que pagavam para que essas pessoas tivessem mais tempo entre suas profissões e a atividade de promoção da cidade.
O sistema de pagamento era simples. Cada vez que alguém visitava sua casa o cidadão recebia um centavo de dólar. Parece nada, mas os primeiros ficaram ricos. Talvez você não acredite mas até Juízes e Médicos deixavam de lado suas rotinas para explicar como seu trabalho naquela cidade era mais especial do que em outras.
Logo surgiram maneiras de otimizar as buscas por endereços, isso para que pessoas até de outros países encontrassem com facilidade as casas na cidade esférica, como ficou conhecido o lugar. Além disso descobriu-se que a aparência da casa poderia influenciar na atração ou rejeição de visitantes. Então surgiram algumas profissões novas como: arquiteto e engenheiro de buscas, por exemplo. Outros profissionais se especializaram em criar meios de divulgar como divulgar os endereços e ganhar mais dinheiro com isso.
As cidades vizinhas se assustaram como o restante do mundo passou a se interessar tanto pelos assuntos tratados na esférica cidade. Elas acharam meios de coligação; enviaram presentes; fizeram eventos; criaram congressos e chamaram os maiores entendedores daquela cidade para ensinar como ela funcionava.
Alguns eventos limitavam-se a mostrar um mapa com os pontos mais lucrativos da cidade. Esses eventos custavam cerca de R$ 300,00 a entrada. O auge foi um evento com direito a visita guiada, somente para criativos, ou seja, gênios publicitários, esse custou R$ 1.500,00 por cabeça, e o ingresso esgotou-se um mês antes do acontecimento.
Mas se você não fosse tão criativo, haviam outros eventos, como o esfero-campi e o esfero-party que custavam cerca de R$ 150,00, com direito à dois dias de palestras para discutir o futuro da cidade. Mas se você não tivesse criatividade nenhuma mesmo, poderia pedir uma doação aos seus visitantes e ir em alguma festa esférica, essas muito mais informais e legais.
As pessoas que defendiam causas; os intelectuais; os músicos; artistas; todos queriam interagir com a cidade e aproveitar aquela agitação. Alguns chegaram a alugar, ou comprar espaços somente para aparece lá, e mostrar ao restante do mundo que entendiam sobre a revolução esférica.
Após alguns meses surgiu uma suspeita. Aquela cidade não era tão especial para se gastar tanto tempo e dinheiro. Alguém foi além e disse que aquela cidade nem tão esférica e bonita era.
As organizações mais antigas e tradicionais questionaram aquele papo de nuvem esférica comunicacional. Aquilo era coisa de publicitário desocupado. Aquelas novas empresas, conhecidas com startup’s, eram tremendas ilusões para tirar dinheiro de trouxa, pois não adicionava nada de físico e concreto em termos de negócios. Fora o disparate de alegar que havia uma nuvem de prosperidade que um dia todos notariam bastava acreditar.
O caso foi levado às autoridades competentes. Essas julgaram procedente o lado mais conservador da questão. Fizeram um dossiê com mais de 5.000 páginas que provaram a prática do truque dos tempos de Moisés: a venda de um lugar nas nuvens que nem sequer existe.
Após essa sentença deixou de ser inovador andar pela cidade esférica. Aqueles artistas, intelectuais, ativistas, disseram que não havia mais tempo para desperdiçar com ela. Fizeram notas e mais notas para explicar como uma cidade tão bonita tornou-se tão feia. Anexado às notas havia a prova científica que nem esférica a cidade era: detectou-se um abaulamento em seus pólos.
Os moradores antigos apreciaram essa reviravolta. Afinal, agora poderiam andar novamente pelas ruas e sentir a luz outrora turvada pelas idiotices de Iaba Quib. Alguns retirantes são temporários, outros definitivos. O divertido mesmo é ler a nuvem de razões para não permanecer na cidade esférica.
Você conhece alguma?

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